Casa Grande e Senzala – O Musical com Os Ciclomáticos contemplado com Prêmio Montagem Cênica 2011

Em 2012, Os Ciclomáticos Companhia de Teatro transformará o clássico de Gilberto Freyre em seu novo espetáculo pelas mãos do darmaturgo e diretor Ribamar Ribeiro. O projeto contará com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro com o prêmio Montagem Cênica que a Companhia foi contamplada. Aguaradem!

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Ribamar Ribeiro é um dos diretores jovens de grande destaque no panorama teatral contemporâneo da atualidade. Dirigiu e escreveu mais de 30 espetáculos teatrais. Entre eles: “Sobre Mentiras e Segredos”, “A Corrente de Eléia”, “Dolores”, “Meu Nome é M”, “amargasalmas”, “È Isso Aí, Irajá!”, “Pequenas Sagas Nordestinas”, “O Maldito”, “De Iguassu Velha a Nova Iguaçu”, entre outros trabalhos. Com uma proposta ousada e nova de releitura de Clássicos como Bodas de Sangue transportando para a linguagem narrativa e corporal. Além de sua formação artística como Ator e Diretor, possui uma pesquisa aprofundada no Teatro Social devido a sua formação em Ciências Sociais. Criador da estética do Teatro-Seminário, onde existe um aprofundamento da pesquisa de autores e sua vida e transforma isso em linguagem cênica e dinâmica. Como dramaturgo escreveu diversos textos entre dramas, comédias e textos para a infância e juventude. É Diretor Artístico e integrante de Os Ciclomáticos Companhia de Teatro, Cia. de Teatro Fios da Roca, Os Cênicos Cia. de Teatro, Grupo Di-ferente (de Uberlândia) e Grupo Cutucurim (Angra dos Reis). Como professor de interpretação e direção teatral desenvolve há mais de 5 anos seu trabalho artístico no SENAC Rio. Como Ator já trabalhou com André Paes Leme, Marília Martins, José da Costa e Nanci de Freitas. Possui mais de 30 prêmios em todo o Brasil, entre eles, o Prêmio Pruri, Elisabeth Savala, Paschoalino, FENATA. Estudou com Antonio Abujamra em São Paulo e atuou no espetáculo Os Possessos, na FUNARTE, no Projeto Geografia da Palavra, através do Ministério da Cultura. Em 2009 recebeu o Prêmio Paschoalino Especial do Júri por ser multiplicador de ações teatrais no Rio de Janeiro. Em 2010 foi debatedor da Mostra Nacional de Teatro de Uberlândia e curador do Festival de Teatro de Goiás. Dirige o espetáculo Genet - os anjos devem morrer, de sua autoria com Os Ciclomáticos Companhia de Teatro e recebe diversos prêmios com este trabalho. Em 2011 dirige e escreve o espetáculo Viva Suassuna! O nosso cavaleiro sertanejo com os professores de artes cências da Rede Municipal de Educação em parceria com a Secretaria de Educação do Rio de Janeiro. Com a CTI - Comunidade Teatral de Irajá dirige o texto de Martins Pena, O Noviço e apresenta no Festival Novas Cenas do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Os novos projetos que em 2012: o seu primeiro espetáculo de rua Minha alma é nada depois dessa história com o patrocínio da FUNARTE - Prêmio artes cênicas na rua e Casa Grande e Senzala patrocinado pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. E também fará parte do projeto Histórias que o Eco canta, com o diretor argentino Ilo Krugli que esteará no Teatro do Jockey no mês de março.

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